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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Como se fosse tudo novo, de novo...




Serias inocente, quando me provocas uma intermitente vontade de arrancar-lhe sorrisos, de fazê-lo gargalhar lindamente, só pra eu poder gravar esta terna imagem?

Falando coisas banais, apenas para transmitir-lhe uma alegre paz, assim só de ver-te... E o som que pronuncias? Que distinta sensação é parar pra ouvir, qualquer coisa que seja no seu tom.

É essa minha pequena serenidade, breves minutos de sanidade nesse mundo atroz (Alguns dirão que loucura é!).

É uma recompensa imensurável, só me faz um bem te querer tão bem. Se isso é ruim, desejar-lhe o melhor, como saber o que convém dizer?

Pobre alma minha, só pede que tu saibas esse bem que almejo por ti e a ti, pra que assim sejas feliz, feliz...

03 de janeiro de 2013.